29 de outubro é o Dia Mundial do AVC. Conheça os sinais e saiba o que fazer

De repente, um formigamento só em um lado do corpo veio acompanhado de outras sensações estranhas e de uma forte dor de cabeça. Era o início de um AVC (Acidente Vascular Cerebral). Popularmente chamado de derrame, o AVC é a segunda maior causa de mortes no Brasil e o principal motivo de incapacitação de pessoas no mundo todo. Estudos indicam que uma em cada quatro pessoas sofrerá um AVC ao longo da vida. 

Anualmente, 29 de outubro celebra o Dia Mundial do AVC, e a Unimed Cascavel aproveita a data para fazer um alerta e dar orientações sobre o que fazer diante dos primeiros sintomas.

Tipos de AVC

  • Isquêmico: Consequência do entupimento de vasos sanguíneos em alguma área do cérebro.
    • Hemorrágico: Rompimento de algum vaso intracraniano.

Sinais de alerta

  • Fraqueza
    • Formigamento de face/braço/perna (especialmente em um lado do corpo)
    • Confusão mental
    • Dificuldade de fala
    • Alteração da visão
    • Falta de equilíbrio
    • Redução ou ausência de coordenação
    • Tontura
    • Dor de cabeça súbita, intensa e sem causa aparente

O principal fator de risco para a ocorrência do AVC é a hipertensão arterial. Em seguida aparecem a arritmia cardíaca, o diabetes, o tabagismo, o colesterol alto e a obesidade. Além disso, existem fatores relacionados à idade, raça e herança genética.

O que fazer?

A agilidade no diagnóstico e no início do tratamento faz toda a diferença nos casos de derrame. Diante dos primeiros sinais, peça ajuda e vá imediatamente para o pronto-socorro. Os tratamentos são altamente resolutivos quando aplicados na primeira hora após o surgimento dos sintomas. Tratado no tempo correto, o paciente pode sair do hospital em alguns dias e até mesmo sem sequelas. 

Escala SAMU

Esta é abreviação formada pelas iniciais de cinco palavras que podem ajudar a identificar quando outra pessoa está sofrendo um AVC: 

Sorriso – Peça para a pessoa sorrir. Se a boca dela entortar, pode ser sinal de derrame.
Abraço – Solicite que a pessoa lhe abrace. Se um dos braços cair, é mais um sintoma.
Mensagem – peça para a pessoa repetir uma frase. Se ela não conseguir, é indício de AVC.
Urgente – Se identificar um ou mais desses sinais, chame uma ambulância ou vá urgentemente até um pronto atendimento.

Tratamento

A medicina atual tem vários recursos eficazes, especialmente para os AVCs isquêmicos, que representam 80% dos casos. Há medicamentos injetáveis que ajudam a dissolver coágulos que provocam o entupimento de vasos, além de procedimentos que usam stents para retirar coágulos maiores.

Como prevenir?

Uma pesquisa mundial realizada com 30 mil pacientes indicou que 92% dos casos estão associados a dez fatores de risco (todos evitáveis ou controláveis):

• Pressão alta
• Tabagismo
• Obesidade
• Sedentarismo
• Dieta inadequada
• Colesterol alto
• Consumo excessivo de álcool
• Diabetes
• Depressão/estresse
• Doenças cardíacas (principalmente as arritmias)

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Remédio ou veneno? Conheça os perigos da automedicação

A tentativa de controlar algum sintoma por conta própria pode colocar a sua saúde diante de consequências até mais perigosas do que situação inicial que levou à automedicação. O uso de medicamentos de forma incorreta pode agravar doenças, pois a utilização inadequada aumenta a possibilidade do seu corpo esconder determinados sintomas que deveriam ser avaliados por um médico.

Outra situação potencialmente perigosa da automedicação é a combinação inadequada de medicamentos, pois o uso de uma substância pode anular ou potencializar o efeito da outra. Reações alérgicas, intoxicação, resistência, dependência e até a morte também fazem parte da perigosa lista de consequências do uso de medicamentos sem supervisão. Se o remédio for antibiótico, a atenção deve ser sempre redobrada, pois o uso abusivo pode facilitar o aumento da resistência de microorganismos, o que compromete a eficácia dos tratamentos.

Perigo mundial

A medicação por conta própria é um dos exemplos de uso indevido de remédios, considerado um problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Segundo o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sintox), a cada ano os medicamentos são responsáveis por quase 1/3 das notificações de intoxicação.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais da metade dos medicamentos consumidos no mundo são dispensáveis ou vendidos de forma inadequada.

No Brasil, os remédios mais utilizados na automedicação estão relacionados a problemas de saúde que não precisam de tratamentos prolongados, a exemplo das dores de cabeça, alergias e gripes. Esses medicamentos saem com frequência devido à fácil comercialização e aos baixos preços.

Não confie na internet

Uma pesquisa rápida em um site de buscas oferece uma série de informações sobre medicamentos (farmacológicos ou não). Mas a rede mundial de computadores não tem formação médica, ou seja, não é capaz de filtrar informações cientificamente comprovadas de afirmações sem fundamento (ainda que disfarçadas de verdade).

Tanto o diagnóstico quanto a prescrição de tratamentos/medicamentos só podem ser feitos por médicos ou cirurgiões dentistas devidamente habilitados. Por isso, caso esteja sentindo alguma dor ou sintoma desconhecido, não hesite em procurar atendimento médico.

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Fisioterapia respiratória: importância na pandemia de Covid-19

Uma dos principais desafios entre os pacientes que desenvolvem quadros graves de Covid-19 é superar as consequências respiratórias. O pulmão é o órgão mais frequentemente maltratado pelo vírus. Mesmo após curado da infecção, o organismo pode ficar com sequelas que dificultam a respiração, normalmente devido à formação de fibroses (como se fossem cicatrizes) nos pulmões, o que dificulta a capacidade do órgão se expandir e, consequentemente, aproveitar o oxigênio.
Além de serem os mais afetados, os pulmões também são os que mais tempo levam para se recuperar. É por isso que profissionais da saúde reforçam o papel da fisioterapia respiratória durante e depois da Covid. Especialistas chegam a dizer que, dependendo da gravidade da doença, o paciente pode demorar de três a seis meses para ter uma recuperação pulmonar satisfatória. 

Fisioterapia respiratória​​​

Este conjunto de técnicas pode ser preventivo ou curativo. A fisioterapia respiratória consiste em exercícios de suporte para que o paciente respire melhor, possibilitando as trocas gasosas de forma adequada e, consequentemente, permitindo que ele consiga realizar atividades do dia a dia sem dificuldades. As técnicas mobilizam as secreções, melhoram a oxigenação do sangue, promovem a reexpansão pulmonar, diminuem o trabalho respiratório, reeducam a função respiratória e previnem complicações. 
Em pacientes com confirmação de Covid-19, a fisioterapia respiratória começa no momento da hospitalização, pois isso pode evitar a perda da função pulmonar. As técnicas iniciais incluem tratamentos não invasivos para aumentar o suporte de oxigênio, diminuindo a fadiga dos pulmões. Em seguida, o fisioterapeuta avalia os pacientes individualmente e propõe a cada um deles um plano terapêutico específico corporal de forma sistêmica. A intenção é dar ao paciente o condicionamento necessário para agir sem precisar do suporte de oxigênio.

Alta hospitalar 

Antes de o paciente sair do hospital, exames avaliam se há sequelas relacionadas ao comprometimento pulmonar. Alguns saem com a necessidade de medicações temporárias, a exemplo de broncodilatadores, corticoides e anticoagulantes. Tudo isso é levado em conta na definição da fisioterapia mais adequada. Podem ser prescritos exercícios respiratórios (expansão pulmonar), além de atividades aeróbicas e de fortalecimento. Mas também há os casos de pacientes mais graves que precisam de sessões de Ventilação Não Invasiva (VNI) em casa. Mesmo em domicílio, essas situações devem ser acompanhadas por um profissional.

Quando é possível fazer sozinho?

Casos mais graves exigem obrigatoriamente a presença e um fisioterapeuta. Já para os quadros menos sérios, a recomendação é realizar pelo menos uma avaliação do estado pós-internação com um profissional de fisioterapia, para que ele direcione os melhores exercícios e a frequência com que devem ser feitos. Pilates, ioga e outras modalidades que trabalham a respiração podem funcionar como um complemento, mas o correto é conversar com um especialista para que ele dê o aval e passe orientações de acordo com a realidade de cada paciente.

Sugestão de exercício seguro e caseiro 

  • Escolha uma cadeira reta, de base larga e segura.
    • Sente-se, mantenha os pés bem alinhados e as costas coladas ao encosto da cadeira.
    • Inspire profundamente enquanto eleva os braços (até as mãos ficaram na altura dos ombros) e expire enquanto os abaixa.
    • Faça de dez a 20 repetições.

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Quais alimentos devemos comer para combater o refluxo?

Uma das doenças digestivas mais comuns, o refluxo gastroesofágico atinge pessoas de todas as idades, provocando sintomas desagradáveis e levando a complicações ainda mais graves para a saúde. Segundo pesquisas, todos os meses cerca de 20% dos brasileiros sofrem com o refluxo. E o que fazer para amenizar os sintomas e combater a doença?
A alimentação saudável é um fator chave para o controle do refluxo e para trazer bem-estar para as pessoas que são atingidas por essa complicação do trato digestivo. Descubra neste artigo o que indivíduos com refluxo devem comer para amenizar os sintomas da doença e outras informações sobre o assunto.  

O que é refluxo?

O refluxo gastroesofágico é o movimento em que os ácidos presentes no estômago voltam pelo esôfago, ao invés de seguirem o processo de digestão. Esse retorno involuntário dos alimentos e líquidos do estômago provocam diversos sintomas como azia, queimação, dores torácicas, entre outros.
Caso não seja tratado adequadamente, o refluxo gastroesofágico pode causar danos graves ao organismo em médio e longo prazo. Por conta da alta presença de ácido na regurgitação, as cicatrizes causadas no esôfago podem resultar em tosse crônica, estreitamento do órgão e câncer.
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Há também a esofagite, que também é provocada pela inflamação dos ácidos presentes no conteúdo do estômago. Ao entrarem em contato com a mucosa do esôfago, os ácidos provocam lesões que podem resultar na esofagite.

Quais as causas?

Uma das causas mais comuns para o surgimento do refluxo gastroesofágico são alterações no esfíncter, uma estrutura muscular de fibras circulares em forma de anel e que funciona como uma válvula para impedir o retorno dos alimentos ao esôfago. Se o esfíncter não se fecha adequadamente, líquidos, comida e ácido do estômago vazam de volta, provocando o refluxo.
A hérnia hiatal também é uma causa para o refluxo. É uma condição na qual parte do estômago se movimenta por cima do diafragma, músculo que separa a cavidade abdominal da torácica.
Outro fator que contribui para o aparecimento do refluxo gastroesofágico é a gravidez. Durante a gestação, o bebê pode colocar pressão excessiva na válvula esofágica, provocando a liberação de ácido e, consequentemente, causando o refluxo.
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Além disso, consumo de álcool, tabagismo, obesidade e até mesmo a utilização de alguns medicamentos como ibuprofeno, relaxantes musculares e remédios para pressão arterial também podem ser causas para o refluxo em certas pessoas.

O que devemos comer?

Como dito anteriormente, uma alimentação balanceada e nutritiva não apenas ajuda a controlar os sintomas, mas também pode prevenir o refluxo. Ao elaborar sua dieta, o indivíduo deve sempre dar preferência aos alimentos integrais e aumentar sempre a ingestão de fibras.
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Frango, atum, salmão e carnes magras são as melhores escolhas para compor as proteínas da dieta para combater o refluxo. Iogurte e kefir (um tipo de leite fermentado com muitos benefícios para a saúde) são excelentes para equilibrar as bactérias saudáveis do estômago, ajudando na digestão dos alimentos.
As gorduras saudáveis, como óleo de côco e abacate, também são grandes aliadas para amenizar os sintomas do refluxo. Legumes como alcachofra, pepino, abóbora e aspargo possuem propriedades que também ajudam a cuidar do trato digestivo. Amêndoas, água de côco, vinagre de maçã, gengibre, salsa e erva-doce são outros alimentos que não devem faltar na dieta para pacientes com refluxo gastroesofágico.
É importante lembrar que comer muito nas refeições piora significativamente os sintomas do refluxo, gerando ainda mais pressão sobre o esfíncter e atrapalhando a digestão correta. Por isso, recomenda-se ingerir pequenas porções durante as refeições diárias.

E quais alimentos evitar?

Além de incluir em sua dieta os itens que amenizam os sintomas, é importante evitar alguns tipos de alimentos para obter sucesso no tratamento do refluxo. As frituras, com óleos vegetais, são altamente prejudiciais, assim como todos os alimentos processados. Chocolate, açúcar e adoçantes também não são recomendados.
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Bebidas alcóolicas, refrigerantes e energéticos devem ser evitados em indivíduos com refluxo. Milho, batata, tomate e alguns grãos também podem piorar os sintomas, por isso recomenda-se evitar a ingestão destes alimentos.
Caso o refluxo gastroesofágico seja persistente por mais de duas vezes na semana em longos períodos, é recomendada a busca por ajuda médica com um profissional capacitado, para dar um diagnóstico preciso e iniciar o tratamento adequado para cada caso.

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Você já ouviu falar em Síndrome Pós-Covid?

A pandemia da Covid-19, além das milhões de mortes causadas em todo o mundo – até agosto de 2021, foram mais de 560 mil falecidos pela doença apenas no Brasil -, está trazendo outra série preocupação a toda a comunidade científica e médica internacional: a Síndrome Pós-Covid. Essa foi a nomenclatura usada para designar problemas de saúde apresentados por pacientes que contraíram a Covid-19 e que, mesmo após a alta hospitalar, relataram diversas complicações no organismo.
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Desde o início da pandemia, muitos estudos e pesquisas sobre o tema foram realizados por cientistas de todo o mundo. De acordo com os dados levantados, até 80% dos recuperados apresentam ao menos um sintoma em até quatro meses após o fim da infecção. E não são apenas os casos graves que deixam sequelas na maioria dos pacientes, pois os episódios leves da doença também podem provocar sintomas a médio e longo prazo.
A conclusão tirada até o momento pelos cientistas é que a Síndrome Pós-Covid não será uma questão passageira no âmbito da saúde global, temendo que os efeitos e sintomas se prolonguem por muitos e muitos anos.

Quais as principais sequelas deixadas pela Covid-19?

Respiratórias

Uma das queixas mais comuns é a persistência da dispneia, que pode também ser acompanhada de hipoxemia crônica e redução das capacidades pulmonares. Testes como a oximetria de pulso, tomografia de tórax e teste de caminhada são estratégias adotadas pelos médicos para acompanhar estes pacientes.
Dor no peito, fadiga e falta de ar, sintomas que geralmente são relatados por pacientes que contraíram o coronavírus, também são características existentes em muitos casos da Síndrome Pós-Covid.

Hematológicas

Devido ao pouco tempo de existência da Síndrome Pós-Covid, a extensão temporal dos estados hiperinflamatórios e de hipercoagulabilidade dos pacientes ainda é desconhecida. Porém, pesquisas relatam casos de eventos tromboembólicos em cerca de 5% dos indivíduos que recebem alta hospitalar, com até três meses de evolução do quadro.
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Cardiológicas

Os principais sintomas cardiológicos da Síndrome Pós-Covid são dispneia e dor torácica. As pesquisas confirmam o aumento persistente da demanda metabólica dos pacientes e a predisposição às arritmias, devido à presença de cicatrizes no miocárdio. Recomenda-se a avaliação periódica por meio de ecocardiografia, eletrocardiografia e acompanhamento com um cardiologista.

Neurológicas

As sequelas neurológicas são variadas, sendo fadiga, mialgias, cefaleia, problemas de memória, anosmia, disfunção cognitiva as mais relatadas nos estudos sobre o tema. Além disso, ainda de acordo com as pesquisas sobre a Síndrome Pós-Covid, até 40% dos pacientes desenvolvem quadros de ansiedade e/ou depressão após o fim da infecção.
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O acompanhamento psicoterapêutico e neuropsiquiátrico é fundamental para os pacientes que apresentam sequelas neurológicas após receberem alta hospitalar, especialmente para os indivíduos que tiveram quadros mais graves da Covid-19.

Dermatológicas

A perda de cabelo de forma significante é um sintoma relatado por mais de 20% dos pacientes. Há também casos de alterações cutâneas como reações urticariformes entre os indivíduos infectados pelo coronavírus. Assim como em relação à outras sequelas, o acompanhamento por um dermatologista é necessário para o tratamento destes sintomas.

Um desafio para a saúde global

A Síndrome Pós-Covid, por se tratar de uma questão recente para a comunidade médica e científica internacional, traz muitos desafios para os pesquisadores e profissionais da saúde. Nos Estados Unidos, as sequelas do coronavírus são apontadas como a próxima grande crise de saúde pública do país, devido ao grande número de complicações relatadas por pacientes recuperados da Covid-19.
Já outro estudo, feito no Reino Unido, apontou que quase um terço dos indivíduos que receberam alta após contraírem o vírus foram readmitidos aos hospitais devido às sequelas. Destes, um em cada dez pacientes acabaram falecendo por causa das complicações.
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O fato de as sequelas serem relatadas em vários órgãos e sistemas do corpo humano preocupa as autoridades médicas, que buscam incansavelmente por respostas sobre como combater a Síndrome Pós-Covid e evitar ainda mais mortes causadas pelo coronavírus.

Recuperação e reabilitação

Após a alta hospitalar, a recuperação e reabilitação dos pacientes envolve muitos desafios e também paciência para que o organismo consiga ter respostas positivas. O ideal é que as atividades sejam retomadas aos poucos, sempre com o alerta ligado para possíveis desconfortos e sintomas recorrentes.
Alimentação saudável, hidratação, atividades físicas que não exijam demasiadamente da capacidade pulmonar, cuidado com a saúde mental e acompanhamento com profissionais são indispensáveis para a recuperação plena e a volta do bem-estar aos pacientes recuperados da Covid-19.

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Como funciona o plano de saúde familiar? Tire suas dúvidas!

Os planos de saúde são sempre uma boa escolha para trazer proteção, bem-estar e saúde para a família. Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), o plano de saúde fica atrás apenas da educação e da casa própria na lista das conquistas mais desejadas pelos brasileiros. Por isso, a busca por planos de saúde familiar cresce de forma expressiva em todo o país.
Vários motivos fazem os planos de saúde familiar apresentarem tanta procura. Ampla rede credenciada de hospitais, maternidade e clínicas, diferentes especialidades médicas e ambulatoriais, atendimento de qualidade e muito mais. Com a contratação dos planos familiares, sua família terá à disposição hospitais de qualidade, laboratórios modernos e os melhores profissionais de cada área.
Outro ponto positivo é sobre o custo-benefício da modalidade. Os reajustes deste tipo de plano de saúde são limitados e analisados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), tornando o serviço um investimento seguro para você e sua família, sem risco de reajustes abusivos e que podem comprometer as finanças familiares.
Mesmo com todas as vantagens, muitas pessoas ainda hesitam na hora de contratar um plano de saúde familiar. Confira neste artigo os principais pontos para conhecer tudo sobre o assunto e as vantagens da contratação deste serviço.
+ Plano de saúde familiar: 5 vantagens de contratar um

Número máximo de beneficiários

Um dos principais questionamentos acaba sendo em relação ao número de beneficiários. E a resposta é excelente: não há uma quantidade máxima de pessoas que podem aderir a um plano de saúde familiar. Isso mostra que essa modalidade é uma das mais flexíveis disponíveis, pois permite a inclusão de novos membros quando necessário, sempre de acordo com as normas previstas em contrato.
Além disso, famílias com um número maior de pessoas são beneficiadas financeiramente, pois quanto mais gente, mais a mensalidade do plano de saúde familiar para cada membro existente irá diminuir.

Cobertura abrangente em todo o país?

Uma das grandes vantagens do plano de saúde familiar é oferecer uma cobertura válida para todo o território nacional e até mesmo fora do país. Quando a família costuma viajar muito, seja a trabalho ou apenas a lazer, a cobertura do plano de saúde é essencial para trazer tranquilidade e conforto.
Além disso, muitos filhos saem de casa para estudar em outras cidades e estados, e por isso a importância de mantê-los seguros e protegidos com a abrangência nacional do plano de saúde familiar. Seja onde a família estiver, o plano de saúde irá garantir o melhor atendimento para todos.

Praticidade e agilidade

Além de oferecer a melhor rede de hospitais, clínicas, laboratórios e médicos, o plano de saúde familiar também se destaca por agilizar e garantir agendamentos e marcações de forma rápida, diminuindo consideravelmente o tempo de espera para atendimento. No caso de crianças e idosos, é uma condição que traz ainda mais bem-estar e conforto.
Com um plano de saúde familiar de qualidade e a acessibilidade para saber onde estão os médicos e hospitais mais próximos de sua região, você poderá se dirigir ao local com a certeza de que será bem atendido, principalmente em emergências.

Há suporte para crianças e adolescentes?

A saúde dos filhos é sempre a prioridade dos pais em todas as situações e épocas de suas vidas. Por isso, os planos de saúde familiar oferecem suporte para crianças e adolescentes, que não frequentam os médicos apenas diante de algum problema de saúde, mas sim em consultas periódicas para acompanhar todas as fases de desenvolvimento.
+ Plano de saúde familiar oferece suporte a crianças e adolescentes?
Passando pela pediatria com muitas consultas e exames, chegando até a adolescência onde são percebidas diversas mudanças, inclusive hormonais e emocionais, essas fases da vida necessitam sempre de uma atenção especial. Por isso, a cobertura completa e a qualidade no atendimento do plano de saúde familiar com certeza vão fazer a diferença para seus filhos.

Como funciona a cobertura na gravidez?

Contar com um plano de saúde familiar durante a gravidez é essencial para ter uma gestação tranquila e preparar a chegada do novo membro da família da melhor forma possível. O acompanhamento médico é essencial durante a gravidez, para conferir a saúde e o crescimento do bebê.
+ Veja quatro vantagens de ter um plano de saúde na gravidez
O plano de saúde familiar garante toda a assistência necessária no pré-natal, com profissionais especializados e atendimento diferenciado em consultas, exames e procedimentos, até o parto. Além disso, o bebê poderá ser incluído no plano conforme previsão em contrato e aproveitar toda a cobertura do serviço.

Procure uma operadora de confiança

A Unimed Cascavel preza pela qualidade do plano de saúde familiar, oferecendo o melhor suporte e rede credenciada altamente qualificada e preparada para atender sua família da maneira que ela merece. Hoje em dia, com a facilidade do acesso às informações, é possível pesquisar tudo sobre as operadoras e planos de saúde oferecidos no mercado. Não caia em armadilhas, saúde é coisa séria.
+ Plano de saúde familiar: saiba o que observar antes de contratar um

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Tontura x Labirintite: qual a diferença entre elas?

Você já sentiu tontura ao levantar muito depressa do sofá ou da cama? Quando isso acontece é comum que as pessoas fiquem apreensivas, acreditando ser labirintite. Mas existem quatro formas diferentes de categorizar essa sensação desconfortável: tontura, vertigem, uma possível labirintite ou um sintoma de outras patologias, como diabetes, pressão alta ou baixa, anemia, problemas vasculares, neurológicos e cardíacos.
Mas, afinal, qual é a diferença entre eles? E como identificar a labirintite? Entenda agora essas distinções e, caso apresente algum dos sintomas, procure um médico especialista para um prognóstico eficaz e seguro. 

O que é a labirintite?

A labirintite é uma inflamação do ouvido que afeta o labirinto, uma região do ouvido interno responsável pela audição e equilíbrio, levando ao desenvolvimento dos sintomas. Para evitar as crises de labirintite, recomenda-se ter alguns cuidados, como mover-se lentamente, evitar movimentos bruscos e locais com muita luminosidade. 
Os sintomas da crise de labirintite podem surgir a qualquer momento do dia, de forma repentina e podem ser leves ou mais intensos ao ponto de impedir a realização das atividades do dia a dia, podendo variar de pessoa para pessoa. Em alguns casos, recomenda-se não dirigir, manusear máquinas ou aparelhos perigosos no trabalho, bem como evitar exposição a grandes estímulos visuais (festas, cinema 3D, fogos). Os principais sintomas da crise de labirintite são:

  • Tontura;
  • Enjoo;
  • Zumbido no ouvido;
  • Dificuldade para focar a visão;
  • Dificuldade para manter o equilíbrio;
  • Dor de cabeça constante;
  • Dificuldade para ouvir, em alguns casos.

Caso as medidas preventivas não sejam suficientes para resolver o problema, pode ser necessário fazer um tratamento com medicamentos que devem ser indicados pelo otorrinolaringologista ou neurologista.

O que é a tontura?

Diferente da labirintite, a tontura é a sensação de desequilíbrio corporal. Ela não está necessariamente ligada à região do ouvido interno. Apesar de se mostrar intensa em alguns casos, a tontura é comum e pode ser um sintoma leve. Mas, ainda assim, é muito importante investigar junto ao otorrinolaringologista ou neurologista, pois ela pode indicar enfermidades mais sérias.
Também é importante lembrar que existem diversas outras causas de tontura, tanto por causas cardiovasculares, como queda de pressão ou arritmias, por distúrbios do equilíbrio, em doenças ortopédicas ou alterações da visão, ou até por causas psicológicas. 

O que é a vertigem?

A vertigem é um tipo de tontura em que há perda do equilíbrio corporal, porém com a sensação de que o ambiente ou próprio corpo estão rodando, geralmente, acompanhada por náuseas, vômitos, suor e palidez.
Na maioria das vezes, a vertigem é causada por doenças relacionadas ao ouvido, como a labirintite. Ou seja: a vertigem pode ser um dos sintomas da labirintite, mas ela sozinha não configura a labirintite. Para isso, é preciso apresentar outras manifestações, como zumbidos no ouvido, dificuldade para manter a visão e enjoo.

Labirintite tem cura?

Sim, mas para o tratamento ser eficaz é preciso que a patologia seja tratada quanto antes. Por isso é muito importante consultar o médico ao notar a presença de algum sintoma. 
Em geral, o tratamento envolve remédios para crise de labirintite que reduzem a estimulação do labirinto, diminuem a tontura e amenizam o enjoo. Em casos muito intensos, às vezes, é preciso internar o paciente e medicá-lo no hospital, diretamente na veia, para amenizar o desconforto mais rápido. 
Para dúvidas ou sugestões, entre em contato com a gente! É importante reforçar que esse artigo não exclui a necessidade de consulta com um médico especialista. Cuidar da saúde é autocuidado!

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Conheça as principais consequências do consumo excessivo de álcool

O consumo excessivo de álcool é prejudicial para o organismo em diversas formas. Além de contribuir para o desenvolvimento de doenças físicas, também pode agravar o quadro de transtornos psicológicos, como a ansiedade e a depressão. Entender as consequências do uso dessas substâncias é essencial para estimular um debate mais profundo sobre saúde física e mental, a fim de conscientizar sobre o consumo consciente.

Qual a quantidade recomendada para o consumo moderado de álcool?

Não existe uma quantidade comprovadamente segura para o consumo de álcool. Isso porque o uso moderado também pode trazer problemas à saúde. Ainda assim, considerando o consumo moderado, a OMS recomenda que homens e mulheres não excedam duas doses por dia, e que não ultrapassem o limite de 5 dias por semana. Como uma dose, entenda uma lata (330 ml) de cerveja, uma taça (100 ml) de vinho ou um copo (30 ml) de destilado.
+ Álcool na adolescência: como lidar com o problema?
 

Quais as principais doenças causadas pelo excesso de álcool?

A bebida alcoólica é pobre nutricionalmente, ou seja, não traz nenhum benefício para o organismo. Por conta disso, ela pode gerar doenças crônicas e comprometer o funcionamento de alguns órgãos. Confira abaixo as principais doenças causadas pelo consumo de álcool:
> Cirrose
O fígado é o responsável por metabolizar os nutrientes de tudo o que comemos e bebemos. Beber demais sobrecarrega o órgão, o que altera o metabolismo dos triglicerídeos, gerando um acúmulo de gordura no fígado, doença chamada de esteatose hepática alcoólica.
Além disso, até 40% das pessoas diagnosticadas com fígado gorduroso desenvolvem cirrose, inflamação crônica irreversível do órgão, que altera sua capacidade de funcionar adequadamente.
 
> Obesidade
O consumo de álcool é inimigo da perda de peso. Sua alta taxa calórica contribui para o aumento dos casos de obesidade, pois estimula o acúmulo de gordura corporal. 1 grama de carboidrato ou proteína tem, mais ou menos, 4 calorias, enquanto a mesma de álcool tem 7 calorias. Uma lata de cerveja, por exemplo, fornece cerca de 150 calorias, praticamente o mesmo que um pão francês.
+ Quais problemas à saúde a obesidade pode trazer?
 
> Câncer
Segundo a OMS, vários tipos de tumores estão relacionados ao consumo de bebidas por um período prolongado, como o câncer de mama, boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, fígado e intestino. Além de ter um efeito cancerígeno, quando chega ao intestino, o álcool pode funcionar como solvente, facilitando a entrada de outras substâncias carcinogênicas para dentro das células.
 
> Depressão
Embora traga uma falsa sensação de bem-estar, o álcool é uma substância depressora do sistema nervoso central. Seu consumo exagerado afeta diretamente o humor e contribui para a redução de células no cérebro, o que pode levar a quadros depressivos. 
Consumir álcool para evitar emoções negativas faz com que ignoremos aquele sentimento temporariamente. Mas, quando o efeito da substância alcoólica passa, as emoções negativas são potencializadas, sendo sentidas de maneira excessiva, podendo estimular crises e aumentar o nível de cortisol no organismo (o hormônio do estresse).
 
> Comprometimento do desempenho sexual
A ingestão de bebidas alcoólicas pode trazer uma falsa sensação de melhora no desempenho sexual, porém o uso abusivo de álcool diminui a excitação e a capacidade de ereção nos homens. Nas mulheres, ocorre um fenômeno parecido: há diminuição fisiológica da excitação genital induzida pelo álcool em altas dosagens. 
O consumo crônico e a dependência de álcool estão relacionados a disfunções sexuais como disfunção erétil, desejo sexual hipoativo e ejaculação precoce ou retardada.

Consumo de álcool e a quarentena

De acordo com a matéria publicada pela revista Exame, o consumo de álcool aumentou drasticamente durante o isolamento social, medida preventiva por conta da pandemia do Coronavírus. Esse excesso se deu por conta da ansiedade ao redor das incertezas ao redor de temas como vacina, número de mortes e infectados, mas principalmente pelo desejo de bloquear emoções negativas e falta de atividades prazerosas. 
+ Covid-19: Confira quatro opções de lazer para a quarentena
No Brasil, a ansiedade das pessoas também fez aumentar o consumo de álcool. Segundo uma pesquisa feita pela Unicamp com a Fiocruz e a UFMG, 18% dos brasileiros andam bebendo mais do que antes da quarentena.
Para evitar o consumo excessivo de álcool durante o período de isolamento é preciso inserir na rotina atividades que estimulem os níveis de serotonina (neurotransmissor responsável por regular o humor). Praticar atividades físicas e se manter em contato com tarefas prazerosas (pintura, desenho, etc) pode ajudar a evitar o alto uso de substâncias alcoólicas.
 
Se você está ou conhece alguém que esteja passando por uma dependência química, procure ajuda de amigos, familiares ou profissionais para evitar o desenvolvimento de doenças ainda mais graves. Para dúvidas ou sugestões, escreva para a Unimed.

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