Close up of sad senior lady with neckache. Senior woman with chronic pain syndrome fibromyalgia suffering from acute neckaches. Senior woman suffering from neck pain

Mitos e verdades sobre a fibromialgia

Dores constantes no corpo, cansaço e alterações do sono são sintomas de um distúrbio que afeta cinco a cada 100 brasileiros, especialmente mulheres na faixa dos 50 anos de idade. Os números são da Sociedade Brasileira de Reumatologia, que acompanha de perto os dados sobre a síndrome fibromiálgica (fribromialgia).

Neste artigo, conheça os mitos e verdades que cercam essa condição de saúde. Boa leitura!

VERDADE! 

✅ Não existem exames para diagnosticar a fibromialgia. A única forma de identificar a síndrome é por meio de consulta clínica com um médico reumatologista. É esse profissional que poderá evitar confusões com sintomas de outras doenças. 

MITO!

🚫 A fibromialgia é um tipo de artrite? NÃO! Esse é um dos principais enganos que levam a tratamentos inadequados. Diferentemente de outra doença reumática, a síndrome fibromiálgica não causa nenhum tipo de inflamação ou dano aos músculos, tecidos, articulações ou órgãos. Porém, o que pode ocorrer é elas atuarem de forma associada.

VERDADE!

✅ A alimentação pode auxiliar no tratamento. Muitos casos de fibromialgia estão relacionados à falta de serotonina no organismo. Por isso, o consumo de alimentos que aumentem a produção (carnes magras, peixe, mel e banana) pode reduzir os sintomas.

MITO!

🚫 Dizem que quem sofre de fibromialgia não pode praticar exercícios físicos. Mas a realidade é bem o oposto disso. A atividade física é considerada uma grande aliada no tratamento, pois promove o ganho de força muscular e o relaxamento corporal. Isso alivia as dores e outros sintomas, a exemplo da fadiga e da dificuldade para dormir. Além dos exercícios, é bom acrescentar alimentos antioxidantes e os ricos em melatonina, que promovem uma redução do cortisol (hormônio do estresse), induzem o sono e promovem relaxamento.

VERDADE!

✅ A fibromialgia não tem cura. Ainda que não seja considerada uma doença e que não avance ao longo dos anos, a síndrome é crônica. O tratamento é apenas para controlar os sintomas e oferecer mais qualidade de vida aos pacientes.

MITO!

🚫 Fique tranquilo (a), pois é a falsa a ideia de que a fibromialgia possa levar à morte. Essa condição sequer causa danos graves (a exemplo de paralisação ou deformidade de membros). Por outro lado, os incômodos constantes podem desencadear dificuldades emocionais e físicas, o que impacta na vida pessoa e profissional. 

VERDADE!

✅ Devido aos já citados impactos emocionais, é importante que pacientes diagnosticados com fibromialgia tenham acompanhamento psicológico. Também é sugerido que a pessoa pratique algum tipo de técnica de relaxamento e respiração para aliviar as dores e os possíveis quadros de depressão e insônia.

Tratamento

O tratamento da síndrome fibromiálgica é feito com medicamentos e outras medidas não farmacológicas (atividades físicas e de relaxamento). De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, é importante que a rede de convivência do paciente (família, amigos e colegas de trabalho) compreenda essa condição, evitando questionar a veracidade dos sintomas . Nessas situações, mais uma vez a presença do profissional reumatologista é essencial para assegurar que os sinais são reais e não frutos de qualquer imaginação. 

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Woman taking medicine to cure disease with holding a bottle of w

Polifarmácia: Veja os riscos de consumir 4 ou mais medicamentos ao mesmo tempo

Quando um paciente faz uso rotineiro de quatro ou mais medicamentos ao mesmo tempo (com ou sem indicação médica), ele se enquadra na situação de polifarmácia, termo classificado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Neste artigo, a Unimed Cascavel aprofunda o tema e explica os riscos desse tipo de medicação múltipla. Vamos à leitura? 

Polifarmácia

Essa condição é mais frequente em doentes crônicos e/ou idosos e pode levar a consequências adversas, tanto que a própria OMS lançou em 2017 um desafio global para aumentar a segurança dos pacientes. 

Ainda que o uso de múltiplos medicamentos possa ser clinicamente indicado, efetivo e seguro, a utilização indiscriminada pode causar reações adversas. 

Riscos

A polifarmácia pode incluir medicamentos de alto risco, mais de um fármaco prescrito para o mesmo propósito, medicamentos sem valor terapêutico, além de itens contraindicados para a condição clínica ou para a faixa etária do paciente. Isso pode levar à:

• Ocorrência de interações inapropriadas entre medicamentos e/ou alimentos
• RAMs (Reações Adversas a Medicamentos)
• Tonturas recorrentes e quedas
• Aumento do perigo de toxicidade
• Erros de medicação
• Redução da adesão ao tratamento
• Aumento das taxas de hospitalização
• Mortalidade

• Perda da eficácia de algum medicamento, pois alguns fármacos são priorizados na hora da metabolização, podendo inibir o efeito de outro

• Resistência a algumas classes de medicamentos

• Possibilidade de resistência de bactérias

Muitas vezes, essas manifestações demoram a ser identificadas, o que pode prejudicar e retardar o tratamento, bem como diminuir a qualidade de vida. 

É fundamental que os profissionais conheçam os medicamentos com riscos potenciais e o envolvimento dos próprios pacientes para evitar perigos associados à polifarmácia. Juntos eles devem discutir a necessidade de utilização de todos os medicamentos prescritos e seguir corretamente as recomendações definidas.

Quando a polifarmácia é inevitável, os pacientes devem entender:

• A importância do uso racional dos medicamentos
• Os riscos da automedicação (incluindo produtos fitoterápicos e chás).
• Riscos de interrupção/troca/inclusão de medicamentos sem conhecimento profissional
• Perigos de possíveis alterações dos horários de administração do medicamentos
• Monitoramento de possíveis reações adversas

• Perda da eficácia da medicação.

Dica de ouro

Comunique sempre ao seu médico ou profissional de saúde sobre a ocorrência de qualquer reação desagradável ou indesejada ao fazer uso de um ou mais medicamentos. Informe sobre todos os fármacos que esteja consumindo (mesmo os fitoterápicos), afim de evitar que outros medicamentos para a mesma finalidade sejam novamente prescritos. 

Em caso de dúvidas (a exemplo de horários corretos, ingestão de dois ou mais medicamentos juntos, etc.) consulte o farmacêutico e receba orientações assertivas para otimizar o seu tratamento.

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Portrait of happy black family cooking vegan food inside kitchen at home - Main focus on mother face

A saúde do brasileiro: O que já aprendemos sobre nós mesmos em 522 anos de descobrimento?

Desde que a expedição de Pedro Álvares Cabral aportou onde hoje fica o estado da Bahia, a saúde de quem já estava aqui, dos que chegaram e dos que nasceram nestas terras passou por uma série de fases.

Os colonizadores europeus trouxeram para a América novas doenças, como varíola, sarampo, febre amarela, tifo, gripe e caxumba. Sem defesas, os organismos dos povos recém batizados de indígenas sucumbiam rapidamente. Além da baixa imunidade, os hábitos coletivos e a falta de tratamentos tornavam a população nativa especialmente vulnerável a doenças trazidas por estrangeiros. Povos inteiros foram massacrados por doenças infecciosas, a exemplo da extinção da tribo dos goitacás.

Ao longo dos últimos séculos, o Brasil esteve inserido no contexto das principais epidemias mundiais, e exemplo da dengue, e de epidemias que assolaram o mundo, tal qual a gripe espanhola e, atualmente, a Covid-19.

Este artigo apresenta as principais Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs) que ameaçam a população brasileira na atualidade, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Vamos à lista:

1 • Diabetes 

O Brasil é o quinto país em um levantamento mundial de incidência da diabetes. De acordo com o estudo da OMS, existem quase 19 milhões de brasileiros diabéticos, ou seja, pessoas com deficiência na produção ou absorção da insulina, hormônio que ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue. 

Alimentação saudável e prática de atividades físicas ajudam a evitar o surgimento e possíveis complicação do diabetes, que incluem dificuldade de cicatrização, problemas renais/cardiovasculares e até a cegueira.

2 • Hipertensão

Ocorre quando a pressão sanguínea apresenta valores constantemente elevados, normalmente acima de 140/90 mmHG (14 por 9).

Limitar o consumo de sal, praticar exercícios e aferir a pressão arterial regularmente ajudam a reduzir os riscos de consequências como infarto, insuficiência cardíaca ou Acidente Vascular Cerebral (AVC).

3 • Alzheimer

A doença reduz progressivamente o funcionamento das células cerebrais, especialmente as relacionadas à memória. O Alzheimer é mais comum em pessoas acima dos 65 anos de idade, mas também pode, em situações mais raras, surgir antes disso. 

Idade, genética, ausência de hábitos saudáveis, obesidade, diabetes e hipertensão elevam os riscos para o desencadeamento da doença. 

4 • Depressão

Trata-se de um quadro que afeta a bioquímica cerebral, afetando a produção de substâncias responsáveis pelas sensações de prazer, satisfação, humor e disposição, levando a pessoa à tristeza profunda e persistente.  

Não existe uma causa definida para a depressão, mas há indícios de que o estresse e a ansiedade possam desencadear o quadro, além de alterações hormonais, histórico familiar e outros. O tratamento pode ser feito por meio de psicoterapias ou medicamentos, que devem ser receitados por psiquiatra ou neurologista.

5 • Acidente Vascular Cerebral (AVC)

O AVC hemorrágico é causado pelo rompimento de um vaso sanguíneo (normalmente em consequência da hipertensão). Já o isquêmico ocorre quando há obstrução de uma artéria, o que interrompe o fluxo de sangue/oxigênio para o cérebro. Ambos podem causar sequelas irreversíveis (perda de movimentos e fala), além de morte.

Os sintomas mais comuns apresentados por alguém que esteja tendo um AVC são a dificuldade para falar e a paralisia de uma parte do corpo (geralmente de um mesmo lado). Caso perceba alguém com esses sinais, chame imediatamente o auxílio médico. 

6 • Dislipidemia (colesterol alto)

Quando a concentração de gorduras produzidas pelo fígado está elevada no organismo, isso pode obstruir os vasos sanguíneos, elevando o risco de problemas cardiovasculares (infarto, derrame, etc.).

O aumento do colesterol LDL (“colesterol ruim”) está diretamente associado a fatores como o consumo de alimentos ricos em gordura animal, sedentarismo, alcoolismo, tabagismo e, principalmente, à predisposição genética. 

Alimentação adequada, atividades físicas e tratamento medicamentoso (quando indicado) são as formas de prevenir os riscos. 

7 • Câncer

Apesar de mais frequente em idades mais avançadas, o câncer pode ser de vários tipos e atingir qualquer pessoa. Trata-se da multiplicação desordenada de células anormais, atacando as saudáveis. 

A maior dificuldade para a prevenção do câncer é o caráter genético e hereditário. Cada tipo tem diferentes cuidados preventivos, mas é sempre importante estar atento aos fatores de risco e procurar manter um estilo de vida saudável, a exemplo de alimentação equilibrada, prática de exercícios, evitar o excesso de peso, moderar o consumo de álcool, não fumar e não se expor ao sol por longos períodos. Além disso, as consultas e os exames de rotina são fundamentais para o diagnóstico precoce, o que aumenta a chance de cura.

8 • Asma

Cerca de 20 milhões de brasileiros sofrem com a asma, doença causada pela inflamação das vias aéreas (brônquios). Os sintomas incluem dificuldade para respirar/falta de ar, chiado e sensação de aperto no peito e tosse.

9 • Mal de Parkinson

Mais comum entre a população com idade mais avançada, o Parkinson pode tornar uma pessoa inválida ao atingir o sistema nervoso. Os principais sinais são tremedeira nos braços, rigidez nas articulações, passos mais curtos, confusão mental, dores musculares, depressão e, com frequência, a pessoa deixa de piscar naturalmente. 

O que fazer?

A maioria das doenças que atingem a saúde dos brasileiros está relacionada à falta de bons hábitos de alimentação e prática de exercícios físicos, além da baixa frequência ao médico. 

Dito isso, você já sabe o que fazer para que os nossos próximos 522 anos sejam mais saudáveis.

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Boy holding colorful puzzle heart in front of his face. World autism awareness day concept

Projeto Abraçar: 3 anos de evolução no tratamento de crianças autistas na Unimed Cascavel

A Unimed Cascavel acaba de completar três anos do projeto Abraçar, que auxilia o desenvolvimento de crianças que sejam beneficiárias da Cooperativa e tenham sido diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A iniciativa começou em março de 2019, e atende pacientes de 0 a 7 anos.

Em julho do mesmo ano o projeto passou pela primeira ampliação, com aumento da intensidade dos atendimentos e da estrutura física, bem como da equipe treinada. Em 2021, a Unimed Cascavel abriu o segundo turno de atendimento, à tarde, estendendo o horário do programa das 8h até as 18h45. Para isso, a equipe de psicólogos, pedagoga, terapeuta ocupacional, analista de comportamento e estagiários foi ampliada para oferecer um cuidado ainda melhor no Centro de Atenção à Saúde (CAS) de Cascavel. 

O Abraçar utiliza a Análise do Comportamento Aplicada (ABA – Applied Behavior Analysis), que reforça os comportamentos positivos da criança autista. “Trabalhamos simulações de como as crianças agem, o que é preciso fazer no caso de tais comportamentos e como realizar os manejos comportamentais necessários para cada paciente”, explica a fisioterapeuta Fernanda Guerra, supervisora do projeto.  

Desde que foi colocado em prática, o Abraçar já conseguiu dar alta para dez pacientes, que puderam ser encaminhados para terapias convencionais na rede credenciada. Além disso, os pais também são orientados em treinamentos especiais. 

Em 2022, a equipe do projeto está composta por 25 profissionais, que atendem 46 pacientes. Outra novidade é que as crianças começaram a ser avaliadas também em sala de aula, para análise do comportamento no ambiente escolar e, caso necessário, com o manejo adequado.

Como participar

O Abraçar é voltado às crianças beneficiárias da Unimed Cascavel que tenham diagnóstico confirmado de TEA e sejam elegíveis para a proposta de intervenção. Quando não é possível ser atendido no projeto, o paciente é encaminhado para a rede credenciada com suporte de tratamento.

A Unimed Cascavel acredita que, para promover a inclusão das pessoas com autismo na sociedade é necessário haver um trabalho coletivo para a promoção de adaptações físicas, comportamentais e legais, indispensáveis para garantir a qualidade de vida e a cidadania.

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Esporte e longevidade: o exemplo de quem pratica para viver mais e melhor

Viúva há pouco tempo, o luto vivido pela dona Maria de Lourdes se transformou em depressão. Aos 64 anos, ela vem tentando manter a mente e o corpo ocupados para seguir em frente e com saúde. Ela participa do projeto Idoso Bem Cuidado, da Unimed Cascavel, onde pratica atividades físicas, oficinas nutricionais e de memória, duas vezes por semana. “Fazer ginástica tem sido muito bom para mim. Quando comecei, a tristeza ainda me impedia de levantar da cama. Hoje em dia eu me sinto muito bem disposta. Sempre que tem aula de atividade física, volto para casa muito mais animada do que cansada. Minha saúde emocional e física é outra. Sou diabética e percebi que a minha glicemia está muito mais controlada com os exercícios”, conta.

Longevidade

Pesquisas nas áreas da saúde e do esporte comprovam por meio da Ciência o que muita gente sabe na prática: as atividades físicas ajudam de fato quem quer viver mais e melhor! Os benefícios incluem a melhora da força, da resistência e da velocidade, além da longevidade.

Mais atividades, menos inflamações

Os exercícios físicos têm a capacidade de diminuir o estado inflamatório crônico que o avançar da idade pode provocar. Durante e após os exercícios são liberadas substâncias na corrente sanguínea que geram efeitos rápidos:

• Estimulam a liberação de hormônios.
• Facilitam a queima de gordura.
• Diminuem a glicemia.
• Provocam a sensação de bem-estar.
• Aliviam o estresse.
• Reduzem o risco de problemas cardiovasculares (infarto do miocárdio e AVC).

A ‘Geografia’ comprova 

Nas chamadas “zonas azuis”, que são as regiões do planeta onde estão a maioria das pessoas mais idosas do mundo, a atividade física é uma prática frequente. Caminhadas, corridas de rua, ciclismo, natação, dança e academia são opções para mexer o corpo e estimular a vida longa. Mas é importante lembrar que, antes de iniciar uma atividade, é necessário que a pessoa idosa passe por uma avaliação médica que verifique as condições de saúde, já que os exercícios devem ser individualizados para cada situação.  

Idoso Bem Cuidado

O projeto é exclusivo para beneficiários da Unimed Cascavel com 60 anos ou mais. Os encontros são realizados sempre as terças e quintas-feiras, das 14h às 17h, no Centro de Atenção à Saúde (CAS), que fica na Avenida Tancredo Neves, 1189. 

Para mais informações sobre o projeto, ligue para (45) 3099-4122, escreva mensagem de WhatsApp para (45) 3038-8989 ou envie e-mail para: projetosmedprev@unimedcascavel.coop.br.

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natural smoothie drink on a black background. Flat lay. Top view.

Ainda está com a consciência pesada pela comilança de dezembro? Veja dicas para um janeiro mais leve

Se não fosse pela uva passa, daria para afirmar que comida de fim de ano é unanimidade, concorda? O problema é que os excessos não pesam só na consciência… a balança que o diga!

Para desinchar e eliminar os quilos extras que grudaram em você nas comilanças de dezembro, trazemos neste artigo algumas orientações realistas para uma dieta saudável de verdade. 

Detox contínuo

Evite alimentos industrializados, corantes, conservantes e tudo o que pode dar mais trabalho para seu fígado metabolizar. Essa é a base de uma dieta saudável e com a característica detox, que deve fazer parte da vida diária, não apenas em um período do ano.

Inclua na sua rotina alguns alimentos que ajudem seu fígado a funcionar melhor:

• Agrião
• Brócolis
• Couve
• Couve-de-bruxelas
• Couve-flor
• Mostarda
• Nabo
• Rabanete
• Rábano
• Repolho
• Rúcula
• Brotos

ATENÇÃO: Se você tem hipotireoidismo, cuidado com o excesso.

Consuma bastante água, que ajuda os rins a funcionarem melhor e auxilia na eliminação de toxinas. Se você costuma reter muito líquido, use chás diuréticos como hibisco ou cavalinha, mas sempre sem adoçar e feito da própria planta.

Volte à sua rotina normal de exercícios e evite os açúcares. 

Aceita um suco? Dê um print nessa receita:  

• 350ml de água
• 1 folha de couve
• 1 cenoura pequena
• ½ pepino
• Folhas de hortelã
• 1 pitada de gengibre
• 1 colher (chá) de gergelim
• 1 colher (sopa) de chia
• ½ limão espremido
• 1 maçã pequena ou 1 pera

Bata tudo no liquidificador, acrescente gelo (se quiser) e delicie-se! 

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Pés e mãos inchados no calor? Entende neste artigo da Unimed Cascavel

Verão é pouco. Verãozão é o superlativo que combina mais com as temperaturas dos últimos dias. Talvez você já tenha sentido o quanto o calor intenso piora uma tendência incômoda: o inchaço. Confira este artigo e descubra qual é a relação entre o inchaço e o calor, além de dicas para evitar essa situação. 

Qual a relação?

O aumento da temperatura prejudica a circulação sanguínea, o que dilata as veias (edema periférico). Na área médica, esse edema é sinônimo de inchaço, que é percebido principalmente em pés e mãos. No calor, o corpo tenta regular a própria temperatura e, como consequência, incha. 

Como prevenir?

• Hidratação: É essencial manter o organismo bem hidratado, pois o inchaço prolongado pode ter efeitos negativos sobre a saúde, inclusive podendo levar à insuficiência cardíaca. Outras formas de manter o corpo hidratado é apostar em sucos naturais, smoothies, vitaminas, chás e água de coco. 

• Frutas: Elas são sempre uma boa ideia, especialmente as ricas em água, a exemplo da melancia (92% água), abacaxi e morango. Além de serem boas fontes de hidratação, as frutas são importantes fontes de vitaminas, fibras e antioxidantes. 

• Menos sódio: Alimentos ricos em sódio provocam retenção de líquido, o que deve ser evitado em dias de calor. Outra dica importante é reduzir o consumo de lactose (açúcar presente no leite). Em contrapartida, itens ricos em potássio são recomendados para evitar o inchaço.

• Movimente-se: Ao estimular o suor, a prática de exercícios físicos é sempre recomendada, pois inibe a retenção de líquidos e, assim, inibe o inchaço.

• Escolha roupas adequadas: Tecidos que causam atrito com a pele podem provocar assaduras e alergias, que também causam inchaço. Por isso, escolha roupas leves, macias e que facilitem a transpiração. 

Tabagismo, obesidade, sedentarismo e consumo de alguns medicamentos podem piorar o inchaço. Pacientes que sofrem com varizes podem sentir de forma mais intensa os efeitos do calor no inchaço do corpo. 

O que fazer? 

É importante considerar as particularidades de grupos como gestantes, idosos e crianças. Nesses casos a regulação da temperatura corporal funciona de forma diferenciada, por isso os cuidados também devem ser específicos. 

Caso apresente inchaço ou qualquer alteração, procure seu médico para avaliação específica.

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Man holding brain illustration against gray wall background. Con

Janeiro Branco: Unimed Cascavel explica por que é preciso falar e cuidar da saúde mental

Como uma folha em branco, janeiro pode ser o momento de reescrever planos e reprogramar a vida emocional. A conscientização por uma cultura mundial de saúde mental está no alvo da campanha Janeiro Branco, movimento que oferece uma fonte de reflexões e ações para combater tabus, mudar paradigmas, orientar pessoas e inspirar autoridades sobre o tema.

Devido à pandemia de Covid-19 (que abalou a saúde mental do mundo inteiro), as ações da campanha em 2022 serão prioritariamente em espaços abertos e meios on-line, promovendo palestras, oficinas, cursos, workshops, entrevistas, caminhadas, rodas de conversa e abordagens em áreas públicas. 

Em outubro do ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou o nova Atlas da Saúde Mental, revelando a falha mundial quanto à oferta de serviços na área da saúde mental. Divulgado a cada três anos, o atlas é a compilação de dados fornecidos por 171 países sobre políticas de saúde mental, legislação, financiamento, recursos humanos, disponibilidade, utilização de serviços e sistemas de coleta de dados. É também o mecanismo para monitorar o progresso em direção ao cumprimento das metas do Plano de Ação Integral de Saúde Mental da OMS.

Quando avaliado o cenário de dois anos atrás, a única meta atingida para 2020 foi a redução de 10% na taxa de suicídio, consequência fatal de uma série de doenças que nem sempre levam à morte, mas que tiram a qualidade de vida de milhões de pessoas no mundo todo, a exemplo da depressão, da ansiedade, do transtorno bipolar e psicoses.

Estendidas para 2030, as metas globais do Atlas da Saúde Mental inclui novos pontos, destacando a integração da saúde mental na Atenção Primária à Saúde.

Quem cuida da mente, cuida da vida

Olhar para você mesmo (a) e perceber que suas emoções merecem o mesmo cuidado que o seu corpo é o primeiro passo para a sua saúde mental. A qualidade de vida é resultado de um processo conjunto entre físico e emocional. Por isso, veja cinco dicas: 

1 • Pratique atividades físicas

O exercício físico é muito indicado para qualquer pessoa que deseja ter uma vida mais saudável (em todos os aspectos). As atividades são indicadas para pessoas que estão lidando com quadros de ansiedade, depressão, entre outras condições clínicas, mas o ideal é não esperar que esses problemas surjam para começar a se exercitar! 

2 • Melhore sua alimentação

A alimentação é outro pilar importante nos hábitos de uma boa saúde mental. Muitos alimentos podem interferir na sua disposição diária, gerando impactos positivos ou negativos. Comidas gordurosas, por exemplo, agem com um efeito de procrastinação, oferecem um prazer momentâneo que, logo depois, é substituído pela necessidade de mais, promovendo um ciclo vicioso e nada saudável. Já alimentos com valor nutricional podem oferecer mais disposição e bem-estar para as atividades da sua rotina.   

3 • Procure avaliação psicológica

O autoconhecimento é um fator muito importante para lidar com conflitos internos e externos. A avaliação de um profissional pode auxiliar nesse processo e indicar se existe a necessidade de algum tratamento específico. A terapia é um ótimo meio de entender emoções e comportamentos.

4 • Tenha boas noites de sono

O sono é o que repõe as energias para que o dia seja produtivo, fortalece o sistema imunológico e regula a sensação de bem-estar/humor. Estipule um horário adequado e regularize as noites de sono para manter uma mente saudável.

5 • Procure um hobby ou atividade que te inspire

Instigar a criatividade e atividades que melhorem a autoestima também colabora para uma mente tranquila. Um hobby ou atividade que inspire faz com que o cérebro libere endorfina (que provoca sensação de prazer e felicidade). 

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Vida saudável no verão

Está curtindo o verão? Unimed Cascavel reforça os cuidados com a saúde nesta estação

Você pode amar verão ou não curtir tanto assim, mas se quer viver com saúde, precisa saber lidar com as altas temperaturas desta época, que passam fácil dos 30ºC. Está com disposição para encarar a estação com qualidade de vida? A Unimed Cascavel tem dicas para você manter a sua saúde no verão!

O sol

Fonte de vitamina D, o sol é essencial para a saúde, mas também pode ser um perigo (dependendo do tempo de exposição). Embora a maioria das ondas emitidas pela luz solar seja bloqueada pela atmosfera, uma parte consegue penetrar o planeta. Entre as radiações que chegam à superfície terrestre estão os raios ultravioleta A e B , capazes de causar danos à pele humana, incluindo o câncer.

Especialistas alertam para a necessidade de usar um bloqueador solar com fator de proteção 15 (no mínimo) ainda que o sol esteja atrás das nuvens. Chapéu, boné, óculos escuros e roupas de manga comprida também são importantes para quem passa muito tempo exposto, principalmente entre as 10h e às 15h.

O calor

Dois terços do corpo humano são compostos por água, que ajuda em funções como a lubrificação das articulações e dos olhos, digestão e diluição de toxinas. O calor do verão pode levar à desidratação, resultado de quando o corpo perde mais água do recebe. Esse desequilíbrio interrompe os níveis normais de sais e açúcares no sangue, o que pode interferir no funcionamento do organismo.

Já que a quantidade de suor aumenta no verão, também é preciso aumentar as fontes de reposição de água. Por isso, aproveite esta época para comer mais frutas e vegetais refrescantes e seguir as dicas a seguir:

1 • Consuma água, suco natural e água de coco

Ande sempre com uma garrafinha e dê preferência para os sucos naturais. A água de coco, além de ser saborosa e refrescante, é rica em sais minerais e pode ser consumida tanto in natura quanto em sucos e smoothies

2 • Aposte em picolés e geladinhos de frutas

Doces gelados e frutados são perfeitos para refrescar, hidratar e ainda funcionam como sobremesa saudável durante o verão. O geladinho de limão, por exemplo, é bem fácil de fazer: 

A versão simples é feita apenas com o suco de limão e açúcar demerara. A alternativa gourmet leva iogurte natural ou até mesmo leite condensado light. É só colocar a mistura para gelar em um saquinho próprio para isso e pronto!

3 • Consuma saladas e comidas geladas com frutas e vegetais frescos

Você pode fazer saladas verdes, mistura de frutas e molhos refrescantes (como os de iogurte com ervas).

4 • Evite comidas gordurosas ou muito pesadas

É bem recomendável planejar um cardápio mais leve, evitando frituras e carnes processadas. Quando for preparar peixes e frutos do mar, mantenha a atenção quanto ao armazenamento e ao modo de preparo. Além disso, tenha cuidado com alimentos crus, que tendem a estragar com facilidade nos dias mais quentes. 

Bom verão, com o Jeito de Cuidar Unimed Cascavel.

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Mother putting sunscreen on daughter on sunbed

Dezembro Laranja: Unimed Cascavel traz números para alertar contra o câncer de pele

A cada ano, quase 190 mil pessoas são diagnosticadas com câncer de pele, no Brasil. Somados os números dos estados, a média anual de mortes em consequência disso passa de 4.500. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a maioria dos casos (52.6%) é entre mulheres.

Para alertar sobre os riscos do câncer de pele e conscientizar as pessoas sobre a importância de se proteger contra os raios ultravioletas, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) criou em 2014 o Dezembro Laranja. Neste ano, o tema é “Adicione mais fator de proteção ao seu verão”, destacando a necessidade de aliar protetor solar, chapéu e óculos escuros aos cuidados já adotados contra o coronavírus.

Câncer de pele não-melanoma

Este é o tipo de câncer mais frequente no Brasil. Corresponde a quase 1/3 de todos os tumores malignos diagnosticados. Mesmo com menor taxa de mortalidade na comparação com os demais, pode levar a mutilações expressivas – principalmente de áreas mais expostas ao sol, a exemplo de nariz, pescoço e orelhas.

Incidência

Costumam ser mais atingidas as pessoas de pele clara, sensíveis à ação dos raios solares, com história pessoal ou familiar deste câncer ou com doenças cutâneas prévias. 


Confira os outros fatores que elevam o risco: 

• Exposição prolongada e repetida ao sol (raios ultravioletas – UV), principalmente na infância e adolescência.
• Ter pele e olhos claros, com cabelos ruivos/loiros ou ser albino.
• Trabalhadores com exposição direta ao sol.
• Sistema imune debilitado.
• Exposição à radiação artificial.

Prevenção

1 • Evite a exposição prolongada ao sol no período das 10h e até as 16h.
2 • Prefira ficar em locais com sombra.
3 • Use bonés/chapéus de abas largas, óculos escuros com proteção UV, sombrinhas e barracas.
4 • Antes de se expor ao sol, aplique na pele o filtro (protetor) solar com fator de proteção 15 (no mínimo).
5 • Use filtro solar próprio para os lábios. 

Sinais 

Em caso de manchas na pele que coçam, ardem, descamam ou sangram, bem como feridas que não cicatrizam em até quatro semanas, procure um dermatologista o mais rápido possível. O diagnóstico precoce potencializa e chance de um tratamento bem-sucedido.

Tratamento

O tratamento mais indicado é a cirurgia que, eventualmente, pode ser associada à radioterapia. Tanto o melanoma (menos frequente e mais grave) quanto o não-melanoma (mais frequente e menos letal) podem ser curados, desde que diagnosticados no início.

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