Você já ouviu falar em Síndrome Pós-Covid?

A pandemia da Covid-19, além das milhões de mortes causadas em todo o mundo – até agosto de 2021, foram mais de 560 mil falecidos pela doença apenas no Brasil -, está trazendo outra série preocupação a toda a comunidade científica e médica internacional: a Síndrome Pós-Covid. Essa foi a nomenclatura usada para designar problemas de saúde apresentados por pacientes que contraíram a Covid-19 e que, mesmo após a alta hospitalar, relataram diversas complicações no organismo.
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Desde o início da pandemia, muitos estudos e pesquisas sobre o tema foram realizados por cientistas de todo o mundo. De acordo com os dados levantados, até 80% dos recuperados apresentam ao menos um sintoma em até quatro meses após o fim da infecção. E não são apenas os casos graves que deixam sequelas na maioria dos pacientes, pois os episódios leves da doença também podem provocar sintomas a médio e longo prazo.
A conclusão tirada até o momento pelos cientistas é que a Síndrome Pós-Covid não será uma questão passageira no âmbito da saúde global, temendo que os efeitos e sintomas se prolonguem por muitos e muitos anos.

Quais as principais sequelas deixadas pela Covid-19?

Respiratórias

Uma das queixas mais comuns é a persistência da dispneia, que pode também ser acompanhada de hipoxemia crônica e redução das capacidades pulmonares. Testes como a oximetria de pulso, tomografia de tórax e teste de caminhada são estratégias adotadas pelos médicos para acompanhar estes pacientes.
Dor no peito, fadiga e falta de ar, sintomas que geralmente são relatados por pacientes que contraíram o coronavírus, também são características existentes em muitos casos da Síndrome Pós-Covid.

Hematológicas

Devido ao pouco tempo de existência da Síndrome Pós-Covid, a extensão temporal dos estados hiperinflamatórios e de hipercoagulabilidade dos pacientes ainda é desconhecida. Porém, pesquisas relatam casos de eventos tromboembólicos em cerca de 5% dos indivíduos que recebem alta hospitalar, com até três meses de evolução do quadro.
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Cardiológicas

Os principais sintomas cardiológicos da Síndrome Pós-Covid são dispneia e dor torácica. As pesquisas confirmam o aumento persistente da demanda metabólica dos pacientes e a predisposição às arritmias, devido à presença de cicatrizes no miocárdio. Recomenda-se a avaliação periódica por meio de ecocardiografia, eletrocardiografia e acompanhamento com um cardiologista.

Neurológicas

As sequelas neurológicas são variadas, sendo fadiga, mialgias, cefaleia, problemas de memória, anosmia, disfunção cognitiva as mais relatadas nos estudos sobre o tema. Além disso, ainda de acordo com as pesquisas sobre a Síndrome Pós-Covid, até 40% dos pacientes desenvolvem quadros de ansiedade e/ou depressão após o fim da infecção.
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O acompanhamento psicoterapêutico e neuropsiquiátrico é fundamental para os pacientes que apresentam sequelas neurológicas após receberem alta hospitalar, especialmente para os indivíduos que tiveram quadros mais graves da Covid-19.

Dermatológicas

A perda de cabelo de forma significante é um sintoma relatado por mais de 20% dos pacientes. Há também casos de alterações cutâneas como reações urticariformes entre os indivíduos infectados pelo coronavírus. Assim como em relação à outras sequelas, o acompanhamento por um dermatologista é necessário para o tratamento destes sintomas.

Um desafio para a saúde global

A Síndrome Pós-Covid, por se tratar de uma questão recente para a comunidade médica e científica internacional, traz muitos desafios para os pesquisadores e profissionais da saúde. Nos Estados Unidos, as sequelas do coronavírus são apontadas como a próxima grande crise de saúde pública do país, devido ao grande número de complicações relatadas por pacientes recuperados da Covid-19.
Já outro estudo, feito no Reino Unido, apontou que quase um terço dos indivíduos que receberam alta após contraírem o vírus foram readmitidos aos hospitais devido às sequelas. Destes, um em cada dez pacientes acabaram falecendo por causa das complicações.
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O fato de as sequelas serem relatadas em vários órgãos e sistemas do corpo humano preocupa as autoridades médicas, que buscam incansavelmente por respostas sobre como combater a Síndrome Pós-Covid e evitar ainda mais mortes causadas pelo coronavírus.

Recuperação e reabilitação

Após a alta hospitalar, a recuperação e reabilitação dos pacientes envolve muitos desafios e também paciência para que o organismo consiga ter respostas positivas. O ideal é que as atividades sejam retomadas aos poucos, sempre com o alerta ligado para possíveis desconfortos e sintomas recorrentes.
Alimentação saudável, hidratação, atividades físicas que não exijam demasiadamente da capacidade pulmonar, cuidado com a saúde mental e acompanhamento com profissionais são indispensáveis para a recuperação plena e a volta do bem-estar aos pacientes recuperados da Covid-19.

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Síndrome do ovário policístico: saiba se você tem

A síndrome do ovário policístico é um distúrbio hormonal muito comum, que pode causar inconvenientes simples, como irregularidade menstrual e acne, até disfunções mais graves, como obesidade e infertilidade. 
É importante pontuar que ter ovários policísticos não é sinônimo de sofrer com a Síndrome do Ovário Policístico (SOP) e seus sintomas. A síndrome só é diagnosticada se há aumento de hormônios masculinos no corpo da mulher e um período menstrual irregular. Ou seja: a presença de vários cistos no ovário não configura, por si só, a SOP, mas pode ser um dos sintomas. Confira abaixo o que é a SOP e como tratá-la.
 

O que é a Síndrome do Ovário Policístico (SOP)?

Os ovários são os órgãos responsáveis pela produção dos hormônios sexuais femininos e por acolher os óvulos que a mulher traz consigo desde o ventre materno. Dentro deles, as mulheres podem desenvolver cistos, isto é, pequenas bolsas que contêm material líquido ou semissólido. Estes são os ovários policísticos, que normalmente não têm importância fisiológica, mas que em torno de 10% estão associados a alguns sintomas. A diferença entre cisto no ovário e ovário policístico está no tamanho e no número de cistos.
A síndrome acomete principalmente mulheres entre 30 e 40 anos, e o diagnóstico tornou-se mais preciso com a popularização do exame de ultrassom. Estima-se que no Brasil haja 2 milhões de mulheres nessa condição.
 

Como identificar a Síndrome do Ovário Policístico

O diagnóstico é feito pelo ginecologista a partir da análise dos sintomas apresentados pela paciente e resultado dos exames solicitados, sendo, então, possível iniciar o tratamento adequado que é feito com remédios que têm como objetivo aliviar os sintomas e regular os níveis hormonais. O diagnóstico leva em consideração três fatores: aumento da produção de hormônios masculinos, período menstrual irregular e exames de imagem que comprovem o número de cistos no ovário.
A SOP atinge de 5 a 10% das mulheres em idade reprodutiva. Ela costuma surgir quando a hipófise, a glândula que regula a produção hormonal, acaba estimulando a liberação em excesso de andrógenos.
 

Principais sintomas

Os sintomas da SOP podem variar de acordo com cada mulher e organismo. Porém, de forma geral, os principais sintomas são:

  • Menstruação irregular ou ausência de menstruação;
  • Queda de cabelos;
  • Dificuldade para engravidar;
  • Aparecimento de pelos no rosto e no corpo;
  • Aumento da oleosidade da pele;
  • Surgimento de acne;
  • Ganho de peso de forma não intencional;
  • Atraso no desenvolvimento das mamas.

É importante ressaltar que, no caso do aparecimento de dois ou mais sintomas, é importante consultar um ginecologista para que seja feita uma avaliação e exames de imagem. 

Quem tem SOP pode engravidar?

Sim, porém existem complicações. Quando existem muitos cistos no ovário (ovários policísticos), em conjunto com o excesso de hormônios masculinos, pode haver a má formação de óvulos saudáveis e, consequentemente, alterar ou interromper o ciclo menstrual, levando à infertilidade. Estudos demonstram que mulheres com ovários policísticos normalmente apresentam maior dificuldade para conseguir engravidar. As complicações ocorrem, principalmente, em mulheres que estão acima do peso, sendo importante fazer o pré-natal adequado, se exercitar e ter uma alimentação saudável para diminuir os riscos de complicações.
Por outro lado, com a ajuda de medicamentos que induzem a ovulação, é possível engravidar sem ajuda médica. Mas, conforme citado anteriormente, é preciso passar por avaliação médica, pois as condições variam de mulher para mulher.
 

Tratamento

Como se trata de uma doença crônica, o tratamento da síndrome do ovário policístico atua nos sintomas. No caso da obesidade, a intervenção é voltada para o emagrecimento. Já para a produção de hormônios masculinos, o tratamento pode se dar através de pílulas anticoncepcionais específicas, atuando também na regulação da menstruação e no controle do crescimento de pelos.
Os casos de infertilidade respondem bem ao clomifeno, um indutor da ovulação. Se isso não acontecer, pode-se estimular os ovários com gonadotrofinas e tratamentos hormonais. Como há tendência ao ganho de peso, o tratamento pode incluir medicamentos para prevenir o diabetes e outros para evitar o colesterol elevado.
É importante ressaltar que nenhum diagnóstico ou tratamento pode ser feito sem o acompanhamento de um médico ginecologista.
Dúvidas ou sugestões? Escreva para a Unimed! 

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Como o açúcar afeta o nosso cérebro?

O consumo de açúcar traz uma sensação imediata de prazer e energia. É, muitas vezes, a válvula de escape das pessoas que sofrem de transtornos como a ansiedade e o estresse. Ao ser consumido, ele altera o funcionamento da dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer, fazendo com o que o nosso corpo entenda aquele momento como algo prazeroso, agradável.

Isso acontece por conta das suas propriedades energéticas, além da sua atuação no sistema nervoso central, mais precisamente no sistema límbico, onde se concentram os estímulos do prazer imediato. Por conta disso, o consumo excessivo de açúcar pode levar à compulsão e à abstinência, de acordo com estudo realizado pela Universidade de Princeton (EUA). Com a ingestão constante, o corpo começa a “pedir” por aquilo, trazendo sintomas de abstinência em magnitude leve.

Para entender melhor como ele atua no nosso organismo, nós reunimos as principais informações e dúvidas sobre o excesso de açúcar e como ele afeta o nosso cérebro. Confira:

O açúcar vicia?

Sim. O açúcar afeta os mensageiros químicos cerebrais como a serotonina (que dá sensação de bem-estar) e a dopamina (recompensa). O efeito é, de maneira bem mais leve, comparado ao vício de drogas e pode causar dependência quando consumido em excesso.
 

Consumir açúcar sempre faz mal?

Não. Existe o consumo saudável para manter o organismo em bom funcionamento. Ao contrário do que se pensa, o açúcar também é parte essencial para a nossa saúde – quando consumido em pequenas quantidades. Ele está presente em diversos tipos de alimentos, tanto os mais saudáveis quanto os não tão benéficos para a saúde. É possível encontrá-lo nas frutas, vegetais e em produtos industrializados.
É importante ter em mente que níveis adequados de glicose no organismo são importantes para o bom funcionamento das atividades cerebrais e metabólicas. Pessoas com quadro de hipoglicemia (quando há diminuição da quantidade normal de glicose) podem ter sérias complicações no sistema cardíaco sem o tratamento adequado. 
Por outro lado, em excesso, o açúcar acaba acumulando no corpo, provocando aumento do peso e sobrecarga no metabolismo. Por isso, é preciso estar atento aos excessos.

Quais tipos de açúcar posso consumir e em qual quantidade?

É preciso ficar atento para não criar uma fobia contra o açúcar. Quando consumido de maneira natural e bem dosada, sua ingestão é benéfica para o organismo, trazendo energia. Os açúcares também estão presentes em legumes, verduras e frutas, não apenas nos doces. Então, precisamos definir que bons açúcares, como os provenientes de alimentos naturais, não são motivo de preocupação, mas sim os alimentos processados, as bebidas adoçadas e aqueles à base de sacarose
 

Como educar a mente para consumir menos açúcar?

Um estudo da Universidade da Califórnia, em Riverside, analisou que uma dieta rica em gorduras e açúcares pode ter efeitos duradouros no microbioma – soma de todos os microorganismos que residem nos tecidos e fluidos humanos. Com isso, a compulsão pode se tornar um vício. Para desfazer esse hábito, existem várias dicas que podemos inserir no dia a dia para diminuir o consumo do açúcar, sendo elas:
• Evite ter doces em casa
Evite manter um estoque à disposição a todo momento, pois o fácil acesso a esse tipo de alimento torna o consumo muito mais regular. Quando sentir muita vontade, vá até uma doceria, coma e volte, sem trazer itens para casa. Esse hábito diminui a tentação e inibe a vontade.
Boas opções são alimentos ricos em proteínas magras, como carne, frango, peixe, iogurte ou ovos, com alto poder de saciedade porque são digeridos lentamente. Além disso, não causam picos de glicose no sangue e ainda fornecem matéria-prima para a construção de massa magra. Invista neles.
• Fuja de alimentos com alto teor de açúcar
Não precisa ser doce para ter grande quantidade de açúcar na composição. Salame, presunto, peito de peru e outros tantos embutidos que são usados como complementos no café da manhã e outras refeições contêm grande quantidade de açúcar. Para parecerem mais saudáveis, portanto, alguns produtos adotam a estratégia de anunciar que são livres de conservantes, maquiando o açúcar em sua composição. Por isso, leia atentamente os rótulos e não se deixe enganar pelas propagandas.
• Prefira alimentos naturais
As frutas, apesar de terem o açúcar natural (frutose), são boas alternativas para driblar a vontade de consumir doces. Nas sobremesas e nos momentos de desejo, dê preferência para esse tipo de alimento, pois o açúcar contido é benéfico para o metabolismo.

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Maternidade durante a pandemia: a jornada dupla que está adoecendo as mulheres

Ainda que a pauta sobre equidade de gênero esteja em alta, as mulheres ainda são as mais afetadas pelo trabalho não-remunerado. Cuidar da casa, trabalhar, cuidar dos filhos, ser responsável pelas refeições e limpeza são algumas das funções acumuladas que já eram cansativas antes da pandemia, e que agora têm levado muitas mulheres à exaustão.

Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, mostram que as mulheres realizam serviços domésticos durante 18,5 horas por semana, em comparação com 10,3 horas semanais gastas pelos homens. O estudo avaliou as atividades antes da pandemia, que trouxe um novo cenário de isolamento, homeoffice, fechamento de creches, escolas e mais tempo em casa. A história é ainda mais preocupante quando pensamos nas mulheres que não têm a possibilidade de ficar em casa, atrelada à falta de um responsável para cuidar das crianças durante o período de trabalho, o que gera ansiedade e estresse.
O trabalho remoto também traz uma realidade alarmante: para as mulheres, o isolamento social significa mais horas trabalhando, mais gente em casa, tendo que dividir a atenção entre o computador e os filhos, pensando na comida, na louça, na casa, nos horários de cada um. Essa rotina ininterrupta de esforço extremo está sobrecarregando as mulheres, sobretudo aquelas que são mães, fazendo com que desenvolvam transtornos psicológicos como ansiedade, depressão e estresse intenso.
A preocupação com o aumento da desigualdade durante a pandemia fez a Organização das Nações Unidas (ONU) lançar uma cartilha sobre os direitos das mulheres em meio à crise. O folheto “Gênero e Covid-19 na América Latina e no Caribe” coloca em pauta questões como a garantia do acesso a serviços e cuidados de saúde sexual e reprodutiva, trabalho não-remunerado, violência doméstica, entre outros assuntos. O objetivo é alertar as autoridades sobre o impacto da pandemia na vida das mulheres e garantir a dimensão de gênero nas medidas tomadas durante a crise. Para acessar a cartilha na íntegra, clique aqui.
Nesse momento, é preciso olhar com carinho e cuidado para essas mães, entendendo as suas necessidades pessoais e desmistificando estereótipos que reforçam a ideia de que as mulheres precisam suportar tudo para se manterem no padrão de ‘mães exemplo’, afastando-as cada dia mais da saúde mental, dos momentos de lazer e da sua singularidade.

Como identificar a exaustão emocional

A exaustão emocional se caracteriza pelo estresse acumulado, tanto na vida pessoal como profissional. É quando você se sente emocionalmente e fisicamente esgotado. Com o tempo, esse estado crônico de estresse pode causar danos à saúde, por isso é importante procurar um médico caso você sinta os seguintes sintomas:

  • Alterações gástricas ou intestinais
  • Dificuldade em dormir
  • Irritabilidade
  • Fadiga física
  • Desmotivação
  • Falta de atenção
  • Apatia
  • Dores de cabeça
  • Mudança no apetite
  • Nervosismo
  • Dificuldade de concentração
  • Pouca energia
  • Tristeza repentina

 

Como melhorar a rotina para evitar a exaustão

Evite se cobrar tanto: quando você acumular funções, tente parar e pensar que você não precisa ser perfeita ou aguentar tudo. Lembre-se que, antes de ser mãe, você é um ser humano com emoções complexas, necessidades e vontades próprias. Faça o que pode e respeite o seu limite.
Fale com você como falaria com uma amiga: se uma amiga te dissesse que está exausta por cuidar de todas as tarefas de casa, você a julgaria ou a acolheria? Nós costumamos entender e sentir empatia pelo outro, mas estamos sempre prontos para nos cobrar, culpabilizar e exigir a nossa perfeição. Você falaria com alguém do jeito que fala consigo mesma? Não? Então é hora de se tratar com mais carinho e respeito.
Tente delegar funções: numa casa composta por mais de uma pessoa, é importante que a divisão das tarefas seja justa. Distribua as responsabilidades para que você não fique sobrecarregada.
Respeite o tempo de dormir: varar as noites não é saudável e tem impactos na saúde física a longo prazo. Se possível, determine um horário para o sono e evite realizar tarefas nessa hora. Dessa forma, o seu corpo descansa e se recarrega para as tarefas do dia seguinte.
Converse com amigos que te fazem bem: ainda que virtualmente, conversar com amigos faz a nossa cabeça se desligar das funções do dia a dia. Ligue para um amigo e coloque o papo em dia.
 
Lembre-se: a saúde mental é importante e deve ser acompanhada por um profissional especialista. Cuide-se! 🙂

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Meditação: saiba como ela auxilia no combate à ansiedade e aprenda a praticar

O autocuidado é um tema que ganhou destaque durante a pandemia. Termos como “meditação” e “mindfulness” registraram recorde de busca em comparação aos últimos 16 anos, segundo dados do Google. Por outro lado, pesquisas sobre ansiedade e depressão também tiveram destaque. 
Os transtornos psicológicos, como a ansiedade e a depressão, não eram muito debatidos e ganharam maior visibilidade com o isolamento social. A solidão, a insegurança e o medo fizeram com que muitas pessoas tivessem o seu primeiro contato com essas patologias. Além disso, aqueles já diagnosticados também tiveram mais atenção, o que trouxe mais visibilidade e discussões sobre temas que englobam saúde mental.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), antes da pandemia o Brasil já era o país mais ansioso do mundo e, também, apresentava a maior incidência de depressão da América Latina, impactando cerca de 12 milhões de pessoas. Durante a pandemia, a situação se agravou: estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UEFJ) revelou um aumento de 90% nos casos de depressão. Já o número de pessoas com crises de ansiedade e sintomas de estresse agudo praticamente dobrou entre março e abril de 2020.
Com os números alarmantes, alternativas e tratamentos ganharam mais notoriedade. Um deles foi a prática da meditação, que consiste na atenção plena, foco no presente e relaxamento do corpo. É importante pontuar que, ainda que traga benefícios cientificamente comprovados, a meditação não exclui a necessidade de um diagnóstico feito por um profissional. Os tratamentos para transtornos psicológicos devem ser avaliados por um médico especializado, considerando cada caso.
Para amenizar os sintomas da ansiedade e depressão em casos mais leves, a meditação se mostra um instrumento muito poderoso no controle dessas patologias. Isso porque ela é uma forma de se colocar no aqui e agora, tirando da mente pensamentos sobre o futuro, que são geradores de ansiedade. Além disso, o exercício de focar na respiração ajuda a relaxar a musculatura, trazendo sensação de prazer e alívio.
 

Principais benefícios da meditação

Os benefícios da meditação são cientificamente comprovados e podem ser notados a curto prazo, sendo eles:

  • Melhora do foco e concentração;
  • Diminuição de pensamentos que produzem ansiedade;
  • Relaxamento muscular;
  • Melhora do estresse;
  • Diminuição dos sintomas depressivos;
  • Melhora do humor;
  • Potencialização do autoconhecimento e autoestima;
  • Controle de emoções;
  • Melhoria na qualidade do sono.

 

Dicas para começar hoje mesmo

A meditação não tem regras. Ao contrário do que se pensa, há muitas formas de praticar e a busca pela prática ideal só se dá através da tentativa. É claro que, no começo, pode parecer difícil. Mas com o tempo você vai encontrando os métodos que mais funcionam para você. Abaixo, listando algumas dicas que vão te ajudar nesse processo:
 
Respeite o seu tempo
Ao iniciar a prática, muitas pessoas se prendem ao tempo da meditação. A verdade é que não existe uma duração ideal para o exercício, o tempo ideal é aquele onde você se sente confortável. Não se prenda aos padrões e não se compare com quem tem mais experiência: comece com 5 minutos – ou menos – e vá aumentando conforme sentir a necessidade. Respeite o seu tempo e tenha paciência com a sua evolução.
 
Tenha constância
Assim como todo hábito, a meditação requer disciplina e treino. Quanto mais vezes você praticar, melhor você ficará. Reserve espaços na rotina para pequenas sessões de meditação e não sabote a sua jornada. Aprender requer tempo e constância.
 
Não se preocupe com divagações
A mente é um ambiente inquieto, cheio de informações e estímulos. É muito difícil (até mesmo para os experts) silenciar os nossos pensamentos. Não se irrite se no meio da prática você começar a divagar, pensar no jantar, na conta que tem que pagar ou no trabalho. Observe esses pensamentos, acolha e os deixe ir. 
 
Não espere ter o cenário perfeito
Não é preciso tapetes específicos ou incensos para começar. A meditação é uma prática simples e descomplicada, que pode ser inserida no dia a dia com facilidade. Você pode meditar na cama, antes de dormir; ou até mesmo na cadeira do trabalho. O importante é estar entregue ao presente momento, com foco e atenção.
 
Siga perfis e personalidades que pratiquem a meditação
As redes sociais podem te ajudar no processo de introdução ao mundo da meditação. Usar os nossos perfis nos canais on-line para seguir pessoas que têm esse lifestyle pode nos inspirar a praticar cada vez mais. Use a seu favor!
 
Aposte nos aplicativos e aulas no YouTube
Existem inúmeros aplicativos gratuitos que oferecem aulas de meditação guiada para quem tem dificuldade em se guiar sozinho. No YouTube, o leque também é grande. Procure por “meditação” e curta esse momento!
 
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Os embalos de uma rotina saudável: dançar é ótima opção de atividade física em casa

Você já viu alguém triste dançando? Provavelmente não, não é mesmo? Isso porque a dança faz muito bem tanto para o nosso corpo, como para a nossa mente. 
Entre as muitas modalidades que existem, dançar é um exercício muito democrático e pode ser praticado em qualquer faixa etária, desde a infância até a velhice. Além disso, para mexer o corpo basta dar o play em uma boa música. Portanto, é uma atividade física que não exige nenhum local específico e pode ser feita em casa. 
Então, vamos conhecer os principais benefícios da dança para a nossa saúde?
 
Ajuda a reduzir o estresse
Dançar é uma atividade muito divertida. Não é à toa que toda boa festa tem uma pista de dança, e que começamos este artigo falando que ninguém fica triste dançando.
Afinal de contas, enquanto mexemos o nosso corpo, esquecemos dos nossos problemas e o nosso organismo libera endorfina, o hormônio que proporciona felicidade. 
 
Melhora a postura e o equilíbrio
A má postura é um reflexo dos nossos hábitos diários, como passar muitas horas sentado trabalhando, ou ainda de cabeça baixa olhando para os nossos celulares, por exemplo. Com isso, provoca dores nas costas e até mesmo alterações na coluna. 
E a dança exige uma postura correta e também proporciona maior consciência sobre o nosso corpo. Assim, mesmo quando não estamos nos mexendo, fica mais fácil corrigir a postura no dia a dia.
Com essa prática de manter a postura certa, todas as dores na lombar e cervical, começam a diminuir. 
Além disso, diversos passos de dança ajudam a melhorar o equilíbrio, como ficar na ponta dos pés, rodar, e levantar uma das pernas. Esses reflexos também são levados para as atividades da rotina. 
 
Estimula o cérebro e a memória
Nem sempre existem regras para dançar, basta mexer o corpo no ritmo da música. Mas para seguir alguma modalidade, é preciso decorar uma série de passos. E este é um grande estímulo para a memória.
Além disso, toda essa parte intelectual da dança, ajuda a fortalecer as células cerebrais, o que auxilia a função cognitiva, principalmente nos idosos, prevenindo até mesmo o surgimento de doenças degenerativas, como o Alzheimer. 
 
Auxilia no combate a depressão
Como já dissemos por aqui, dançar é divertido e proporciona felicidade. Por isso, é uma ótima prática para combater a depressão. 
Além de liberar endorfina, que são hormônios antidepressivos naturais, a dança também ajuda a melhorar a autoestima e aumentar a sensação de bem-estar.
Quando envolve mais pessoas, também proporciona maior interação social, o que é importante contra os sintomas depressivos. 
 
Fortalece a musculatura
A dança é um tipo de exercício aeróbico, ou seja, que trabalha o corpo todo. Logo, é excelente para fortalecer os músculos. 
Algumas modalidades mais intensas, como balé, zumba e street dance são ainda mais eficazes para quem tem essa intenção.
 
Ajuda a perder peso 
E como não poderia ser diferente, a dança também é uma grande aliada na perda de peso.
Enquanto movimentamos o corpo com ritmo, vamos queimando calorias, e dependendo da modalidade, essa queima pode ser maior ou menor, no período de uma hora. 
Com a dança de salão é possível perder em média 400 calorias. Já com o hip hop, pode ser em torno de 600 calorias/ hora. Na zumba, que é ainda mais intensa, é possível queimar até mil calorias em uma hora.
 
E você, gosta de dançar? Gostaria de conhecer outro método para perder peso?
Então saiba mais sobre o nosso Projeto Na Medida, que consiste em estimular hábitos saudáveis na rotina, para perder peso com qualidade, através de alimentação balanceada e prática de atividades físicas. 
 
Fonte: Unimed Coop./ Tua Saúde

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Mitos e verdades sobre o consumo do amendoim

Muito apreciado como aperitivo, o amendoim é um alimento bastante popular no Brasil inteiro. Mas essa leguminosa vai além de um tira-gosto e também proporciona opções de consumo bem versáteis, como em saladas, lanches, barra de cereais, sobremesas, doces, e muito mais. 
Além disso, o amendoim é uma fonte rica em fibras, minerais, vitaminas e gordura boa. Sendo assim, podemos citar que entre os seus benefícios estão: melhora de humor, prevenção de doenças cardiovasculares, alívio de estresse, redução da pressão arterial e muitos outros. 
Contudo, apesar dos benefícios do amendoim, o alimento é rodeado de mitos sobre o seu consumo, e isso faz com que muitas pessoas fiquem receosas quanto a ingeri-lo. Por isso, neste artigo vamos desmistificar esses boatos. Acompanhe!
 
O amendoim pode ser contaminado: verdade!
Quando processado e armazenado incorretamente, o amendoim pode ser contaminado por micotoxinas, que são substâncias químicas tóxicas produzidas por fungos.
Elas se desenvolvem em condições de umidade e temperatura inadequadas. Assim como o amendoim, outros alimentos como nozes e castanhas, por exemplo, também podem ser contaminados dessa mesma forma. 
Por isso, é muito importante consumir produtos que contenham selo de certificação de qualidade.
 
Amendoim faz mal para o colesterol: mito!
O amendoim não possui colesterol. Pelo contrário, ele conta com fitoesteróis em sua composição, que auxiliam a diminuir os níveis de colesterol ruim. 
Além disso, como também é rico em gordura insaturada, o amendoim ainda ajuda a estabilizar o nível de açúcar no sangue e estimula o metabolismo na queima de gordura.
 
O amendoim industrializado faz mal: verdade!
No processo de industrialização dos amendoins, são acrescentados sódio, corantes e conservantes. Esses componentes podem provocar reações alérgicas e/ou intolerância.
Por isso, o ideal é consumir amendoim em sua forma natural.
 
Amendoim é afrodisíaco: mito!
Alguns nutrientes presentes no amendoim, como vitaminas do complexo B e aminoácido arginina, auxiliam no desempenho sexual. Isso porque eles estimulam a produção de hormônios sexuais e aumentam o fluxo sanguíneo.
Contudo, não se pode afirmar que o amendoim tenha efeito afrodisíaco.
 
O amendoim causa alergia: mito!
De acordo com a ASBAI – Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, o amendoim não está entre os principais alimentos que causam reações alérgicas no Brasil.
Porém, algumas pessoas podem apresentar manifestações ao ingeri-lo. Neste caso, como com qualquer outro alimento que não faça bem ao organismo, é preciso evitar o consumo.
 
Amendoim faz mal para diabetes: mito!
Quando consumido na quantidade ideal, ou seja, 30g ao dia, o amendoim provoca a sensação de saciedade e ainda auxilia no funcionamento do metabolismo. Também ajuda a manter estável o nível de açúcar no sangue. Logo, o consumo de amendoim é benéfico para pessoas diabéticas.
 
Gostou de saber mais sobre os mitos e verdades do amendoim? Ainda tem alguma dúvida? Então, deixe nos comentários que nós da Unimed Cascavel vamos adorar te responder. 
 
Fontes: ABICAD, Naked Nuts

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Insônia: alimentos e hábitos para dormir melhor

Ninguém merece passar a noite em claro por não conseguir dormir, não é mesmo? A insônia nos deixa indispostos e afeta o nosso humor. Além disso, uma noite maldormida torna o dia seguinte uma longa jornada.
Se você se identifica com essa situação indesejável, saiba que algumas atitudes podem te ajudar. E mais, você sabia que dormir bem ajuda a perder peso?
Por isso, nós da Unimed Cascavel, listamos neste artigo, alimentos e hábitos para dormir melhor, e como o sono está relacionado com o nosso corpo. Vamos conferir tudo isso então?
 

6 bons alimentos para ter bons sonhos

Antes de iniciarmos a nossa lista, gostaríamos de lembrar dois fatos bem importantes: o ideal é que a última refeição seja leve e consumida até 2h antes de dormir. Assim, o processo de digestão ajuda a descansar mais rápido.
Dito isso, veja o que pode estar no seu jantar ou ceia:

  • Frango

A carne de frango é rica em vitamina B6 que estimula a produção de serotonina no organismo. A serotonina, por sua vez, é um dos hormônios que ajudam o corpo a relaxar e pegar no sono. 
O ideal é consumir o frango grelhado, assado ou cozido, pois assim a digestão é mais rápida. 

  • Vegetais verde-escuros

O seu prato pode ficar mais colorido, incluindo vegetais verde-escuros, que também ajudam a dormir melhor. Isso porque são fontes de vitamina B, cálcio e magnésio, que estimulam o relaxamento do corpo e promovem um sono tranquilo. 

  • Ovo

O queridinho ovo também é um aliado das noites bem dormidas. Uma vez que é uma rica fonte de triptofano, aminoácido com diversos benefícios, inclusive para combater a insônia. 

  • Banana

Caso queira optar por uma fruta antes de dormir, a banana é uma ótima pedida. Assim como o ovo, ela contém triptofano, além de potássio, magnésio e vitamina B6. Ou seja, muitos estimuladores relaxantes que ajudam a dormir bem.

  • Uva

A uva também é uma boa fruta para consumir à noite, seja do cacho ou de seus derivados, como um suco integral refrescante. Com alto nível de melatonina vegetal, auxilia na qualidade do sono, promovendo relaxamento.

  • Aveia

E quando der vontade de comer um docinho à noite, que tal um mingau de aveia? O cereal é muito rico em triptofano e melatonina. Então, quando consumido antes de dormir, também ajuda a ter uma bela noite de descanso.
 
Como dissemos antes, assim como alguns alimentos, bons hábitos noturnos também ajudam a dormir melhor. Vamos ver agora, como se preparar antes de ir para a cama.
 

5 hábitos noturnos que melhoram o sono

Além de usar um pijama e roupa de cama confortáveis, algumas práticas ajudam a pegar no sono mais rápido e ter uma noite tranquila e revigorante. Confira quais são para adotá-las na sua rotina noturna:

  • Liste suas tarefas do dia seguinte

Visualizar os afazeres (profissionais, domésticos e pessoais) do dia seguinte, é uma ótima maneira de se sentir mais tranquilo, tendo tudo sob controle. Por isso, faça uma lista de tarefas.
Dessa forma, quando se deitar, o seu cérebro não vai ficar pensando no que precisa fazer amanhã e te enchendo de ideias, fazendo com que você perca o sono.

  • Determine um horário 

Outro hábito noturno saudável é respeitar o seu horário de dormir. O ideal é que a gente descanse por cerca de 8h. Sendo assim, com base na hora em que você precisa se levantar, vá para cama com tempo para descansar o suficiente. 
Além disso, manter a hora de dormir todos os dias, ajuda o próprio corpo a se auto-organizar. 

  • Desconecte-se

Deixe a TV, o celular e qualquer outro tipo de aparelho estimulante, de lado. Eles animam o cérebro e comprometem o sono. Portanto, vá se desconectando algum tempo antes de se deitar. 
Caso o seu despertador seja o do celular, vale deixar o aparelho longe da cama. Isso ajuda até mesmo a se levantar sem o famoso “mais cinco minutinhos” no dia seguinte.

  • Leia um livro

Uma boa leitura também pode ser um ótimo hábito antes de dormir. Mas lembre-se de escolher histórias leves e de fácil entendimento, que te guie por uma boa aventura e para bons sonhos.

  • Tome um chá

Tão conhecidos como calmantes naturais, os chás ajudam a relaxar e conduzem ao sono profundo. Contudo, evite os sabores com cafeína e opte sempre pelos que contenham propriedades sedativas como camomila, cidreira, erva-doce ou lavanda, por exemplo. 
Lembre-se também de tomá-lo morno, pois quando muito quente pode elevar a temperatura do corpo e assim comprometer o sono.
 
Agora que você já tem bastante informação para melhorar a qualidade do seu sono, vamos entender por que dormir ajuda a emagrecer?
Enquanto estamos dormindo, o nosso organismo continua trabalhando, ainda que em um ritmo mais lento. Com isso, ocorre:

  • Diminuição dos níveis de grelina: hormônio estimulante do apetite;
  • Aumento dos níveis de leptina: hormônio que promove a saciedade;
  • Aumento dos níveis de GH: hormônio do crescimento que estimula a redução de gordura corporal, a manutenção da quantidade de massa magra e a renovação das células;
  • Estímulo na produção de melatonina: hormônio que auxilia a dormir melhor e neutraliza radicais livres, além de combater gordura acumulada;
  • Diminuição do estresse: a adrenalina e o cortisol, hormônios estressantes, impedem a queima de gordura e formação de massa magra;
  • Aumento da disposição: assim, no dia seguinte você tem mais energia para gastar calorias com exercícios físicos. 

Gostou dessas dicas de como dormir melhor? E de saber como o sono ajuda a emagrecer? Então, conheça também o nosso Projeto Na Medida que ajuda a perder peso com qualidade através de novos hábitos, alimentação e atividades físicas.
Fontes: Viva Bem/ Uol, Boa Forma/ Abril, Tua Saúde e Minha Vida.

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Oftalmologia: hábitos que podem agravar a miopia e o astigmatismo


A miopia e o astigmatismo são as condições adversas mais comuns no ramo da oftalmologia. Enquanto na primeira o paciente apresenta dificuldades para enxergar objetos a uma certa distância, na segunda ele pode ter dificuldades em ambas, com uma sensação incômoda de visão borrada.
 
Um dos aspectos que contribuem para o seu desenvolvimento é a pré-disposição genética: indivíduos cujos familiares possuam miopia ou astigmatismo têm mais chances de também terem o mesmo diagnóstico. No entanto, alguns hábitos do dia a dia podem contribuir para o agravamento do quadro.
 
A seguir, listamos o que pode fazer com que a sua visão esteja mais afetada por esses incômodos, com o aumento considerável do grau:
 

Uso de dispositivos móveis, notebooks e televisão

 
A luz de aparelhos eletrônicos, quando em contato excessivo com a retina, é um terreno favorável para a progressão do grau da miopia. Esse é, aliás, o fator que mais contribui para o aumento de diagnósticos nos consultórios dos oftalmologistas, já que estamos sempre trabalhando pelo computador, acessando o celular e assistindo a algo na televisão. Cortar esse hábito é inviável, mas é importante prestar atenção ao tempo gasto nessa exposição, bem como fazer pausas para descansar os olhos.
 

Não usar os óculos adequadamente

 
Engana-se quem pensa que evitar o uso de óculos de grau pode retardar a evolução de doenças oculares. Ainda que a opção de não usá-los não provoque o aumento do grau, o hábito traz incômodos consideráveis, tais como ressecamento dos olhos e enxaqueca. Se a adaptação aos óculos estiver muito complicada, é recomendável buscar opções de lentes de contato.
 

Exposição à poeira e à poluição

 
A poeira e a poluição do ar afetam a retina. Além disso, elas impulsionam a secura dos olhos, um dos fatores determinantes para piorar os sintomas e o desconforto provocado pelo astigmatismo. Para quem mora em grandes cidades, fica difícil evitar tal situação. Dessa forma, é importante checar se a limpeza do ar-condicionado e dos ambientes de convívio (em casa ou no trabalho) estão adequadas, bem como facilitar a ventilação local e usar colírio para hidratar a retina.

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